segunda-feira, 16 de maio de 2016

Os amores que a cabeça inventa.

Tudo fez sentido na meia noite de agosto à setembro, mas não entendo como janeiro veio tão cedo depois de dezembro. Só lembro que estava focada, rodeada por uma barricada de ego e decisões erradas quando você apareceu de madrugada na Primavera e desarmada me senti sagrada.
Algo aconteceu comigo, vesti um vestido florido e um sorriso, achei que estava no paraiso, mas era só meu inferno particular já que não sou dessas pra se respeitar. Uma moça precisa saber se calar.
Fecho os olhos e ouço você falar: troca essa saia, veste uma calça, não usa essa palavra, olha como você é, nunca vai ser minha mulher. Te amo rosas não espinhos, como você é, cerveja e vinho, entre as suas amigas, no seu mundinho, nunca no meu, te quero minha, não sou seu, entendeu? Você se comprometeu sozinha, acabou Kira, faça de nós linhas no seu caderno de rima.