quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Suando álcool à luz de isqueiros.


Que deus e demônio protejam essa gente
Meu isqueiro tem fluido o suficiente
Pra fazer isso parecer um acidente
Que não seja silencioso o estrondo
Quando descobrirem o que eu escondo
Suando álcool à luz de isqueiros
Me mantendo antes do primeiro
Fazendo a vitória ter cheiro
Me vendendo, mas não por dinheiro

Pra parar quem pensa
Só com um tiro na cabeça
Então compra uma arma ou se cala
Enquanto eu grito e me torno um mito
Engolindo o que minto, cuspindo o que sinto
Chorando lagrimas ocre
Num presente tão pobre
Que mataram essa cor

Ei você não julgue o que vê
Eu sou um quebra cabeça, sem peças
O silencio de quando a musica começa

Continuem mentindo pra si mesmos
Nós perdemos o valor quando descobrimos como por preço
Estamos perdidos, rezemos o terço

Que deus e demônio protejam essa gente
Meu isqueiro tem fluido o suficiente
Pra fazer isso parecer um acidente
Que não seja silencioso o estrondo
Quando descobrirem o que eu escondo
Suando álcool à luz de isqueiros
Me mantendo antes do primeiro
Fazendo a vitória ter cheiro
Me vendendo, mas não por dinheiro

Falaria do amor e suas chamas
Mas continuo sozinha na minha cama
Porque com amor ninguém ganha, fama
Ele faz não pensar e quem não pensa não ganha
Jogo nenhum
Sigo esvaziando garrafas de rum
Você saberá que fui eu quando ouvir o BUM

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