Se segurando, contendo lagrimas, arrancando paginas, fazendo as malas, quebrando guitarras, decorando falas, ignorando desculpas, comprando perucas, acumulando coisas malucas.
Fugindo, rindo, sem saber onde tá indo... Acordando, dormindo, destruindo concepções velhas, de pessoas que assistem novelas. Quebrando rotinas, de meninas iguais, se transformando sem olhar para trás.
Crescendo, matando, morrendo, fazendo coisas que nem eu entendo, correndo rumo a nada, se mantendo viva, até a próxima parada, cansada, nunca assustada.
Armada até os dentes, confundindo mentes, entre os diferentes, realidade nada aparente, decisões inconseqüentes, causa e conseqüência, uma porta pra demência, num mundo que não age na transparência.
Vencedores, derrotados, medo e coragem lado a lado, ainda fugindo, chorando e rindo, acordando, dormindo, tudo continua igual, nada normal, coisas erradas e madrugadas, mentiras bem contadas, sem usar palavras, olhares a deixam pelada.
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